domingo, 3 de janeiro de 2010


Olá!
ano novo, vamos lah, primeiro post do ano..
ai vai um texto basico bjos e abraços
O indivíduo é a verdadeira realidade da vida, um universo em si próprio. Ele não existe
em função do Estado, ou de esta abstração que se chama sociedade ou nação, e que não
é outra coisa senão um amontoado de indivíduos. O homem foi sempre, é
necessariamente, a única fonte, o único motor de evolução e de progresso. A civilização é
o resultado de um combate contínuo do indivíduo ou dos agrupamentos de indivíduos
contra o Estado e até contra a sociedade, isto é, contra a maioria hipnotizada pelo Estado
e submetida ao seu culto. As maiores batalhas a que o homem se entregou foram contra
os obstáculos e as desvantagens artificiais que ele próprio criou e que lhe paralisaram o
seu desenvolvimento. O pensamento humano foi sempre deturpado pelas tradições, os
costumes, a educação mentirosa e injusta, distribuídos para servir os interesses dos que
detêm o poder e gozam de privilégios; isto é, para servir o Estado e as classes
dominantes. Este conflito incessante dominou a história da humanidade.
Pode dizer-se que a individualidade é a consciência do indivíduo de ser o que é, e de
viver esta diferença. É um aspecto inerente a todo o ser humano e um fator de
desenvolvimento. O Estado e as instituições sociais fazem-se e desfazem-se, enquanto
que a individualidade permanece e persiste. A parte central da essência da
individualidade é a expressão, o senso da dignidade e da independência, eis o seu terreno
predileto. A individualidade, não é o conjunto de reflexos impessoais e mecânicos que o
Estado considera como um “indivíduo”. O indivíduo não é somente a soma da
hereditariedade e do meio ambiente, da causa e do efeito. É isso, mas também muito
mais. O homem vivo não pode ser definido; ele é fonte de toda a vida e todos os valores,
ele não é uma parte disto ou daquilo; é um todo, um todo individual, um todo que evolui
e se desenvolve, mas que permanece, entretanto, um todo constante

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